segunda-feira, 24 de maio de 2010

Balinha

Eu sou um doce
docinho
Mas quando me irritam
eu fico assim:
azedo, azedinho.

Carolina Morais



9 comentários:

Márcio Vandré disse...

Eu admiro a ousadia de quem me aponta um dedo.
Não sabe a morte que lhe espera.
A morte da moral.
O ocaso da estrela.

=*

Anônimo disse...

mais uma vez,
parece mentira
a gente gostar da pessoa as vezes atrapalha no discernimento
mas nao
a poesia nao para
transforma a hora amorfa
poeminha poemao
significado no coração

bravo!

Sueli Maia (Mai) disse...

A língua e os sabores o poeta e seus humores.
Adorei o poema-desabafo.
beijos, Carol.

Anônimo disse...

O paladar na escrita para mim está sempre presente, engraçado como diz tanto.

Beijo sabor chocolate para ti!

Anônimo disse...

Idem Idem !!

Abraço grande Carol!!

Anônimo disse...

Que meigo minha linda rs.
Adorei.
Beijokas e uma linda noite

Anônimo disse...

kkkkkkk! Minha mãe me chama de docinho, mas é óbvio que é pura ironia !xD

Anônimo disse...

hahahaha, eu tbm!

josé carolina disse...

Que delícia de poema! E a Mafalda, menina! Mafalda é demais!