quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Vida que venta

Vicent Van Gogh; Shoes, 1888
oil on canvas
...Até que a vida me chamou de sua
sorri de alegria e contentamento
gritei um olá ao vento
pedi que fosse suave e eterno
todos os dias desse momento.

Carolina Desmondier

8 comentários:

Sil.. disse...

gritei um olá ao vento
pedi que fosse suave e eterno
todos os dias desse momento.


Ahhhhh Carol...que doce, que suave, que lindooooooo minha flor!

Acabei de dar um olá ao vento.

Que seja doce, doce, por todo sempre!!

Amooooooooooooooo você!

Mai disse...

Dias eternos, noites com sol...
Dia em que se atinge um objetivo. Este é o momento em que vale a pena lembrar todo o caminho percorrido, todos os dissabores vencidos e sacrifícios ultrapassados. A bota é rota e o sol que nasce todo dia, nos lembra que é um novo dia, um novo tempo que chega. Bons ventos soprem, Carol.


Grande abraço
e um sempre muito obrigada por suas palavras amáveis, gentís.

carinho

Eduardo Porto disse...

Que o vento leve minhas palavras de amor e carinho por ti, meu anjo.

Te amo.

Lara Amaral disse...

Adorei a poesia, e ah, como amo Van Gogh.

Beijo!

Michele P. disse...

Senti um grito de liberdade! Lindo, de fazer suspirar.

Beijos Carol!

dade amorim disse...

Que o vento te escute, linda.
Poema e imagem perfeitos.

Beijo.

A.S. disse...

Carol... o vento ficou cativo do teu sorriso lindo! Será suave e terno como uma brisa...


Beijos
AL

afonso rocha disse...

Por Van Gogh...e pela poesia...
um beijo

Boa viagem, tb